Aumento de infectados pela Covid-19 no Vale do Paraíba superou velocidade de contágio na Grande SP

Levantamento feito pelo Governo de São Paulo mostrou que entre os dias 30 de abril e 18 de maio houve um processo de aceleração no contágio do coronavírus pelo interior do Estado.

Um levantamento feito pelo Governo de São Paulo mostrou que entre os dias 30 de abril e 18 de maio houve um processo de aceleração no contágio do coronavírus pelo interior do Estado. No Vale do Paraíba, o índice ficou acima do registrado na Grande São Paulo e outras regiões, como Campinas e Santos.
O coordenador do centro de contingência da Covid-19 de São Paulo, Dimas Covas, explicou o movimento do contágio em coletiva na quinta-feira (21).
“A epidemia, como esperado, começou aqui em São Paulo com o primeiro caso dia 26 de fevereiro. Estamos hoje, portanto, há 86 dias do primeiro caso. O pico foi de transmissão a partir da região metropolitana para o interior e para os demais estados, então o interior agora está vivendo o que a região metropolitana já viveu em termos de velocidade da epidemia epidemia”, disse.

De acordo com o governo estadual, na região da Grande SP o crescimento proporcional de casos entre 30 de abril e 18 de maio mostrou um aumento de 108% no período. No Vale do Paraíba o índice foi de 178%.

A região ficou à frente das regiões de Marília (173%), Campinas (170%), Itapeva (167%), Araraquara (167%), Baixada Santista (156%) e Araçatuba (138%).
Apesar dos números alarmantes, há regiões em SP com o quadro mais crítico, como Presidente Prudente (379%), São José do Rio Preto (309%) e Ribeirão Preto (234%).

.A região ficou à frente das regiões de Marília (173%), Campinas (170%), Itapeva (167%), Araraquara (167%), Baixada Santista (156%) e Araçatuba (138%).
Apesar dos números alarmantes, há regiões em SP com o quadro mais crítico, como Presidente Prudente (379%), São José do Rio Preto (309%) e Ribeirão Preto (234%).

Veja abaixo a quantidade de casos registrados nas datas por ordem do maior crescimento para o menor. O volume do crescimento não implica necessariamente no maior número de casos.

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