Acusado de tentar matar ex com mais de 70 facadas vai a júri popular em Taubaté

Julgamento acontece na manhã desta quinta-feira (8). Crime aconteceu em julho de 2019, em Taubaté. Júri chegou a ser adiado em setembro depois que presos da penitenciária onde está o acusado testaram positivo para Covid-19.

Acontece nesta quinta-feira (8) o júri popular de Cleiton Duda dos Santos, acusado de tentar matar com mais de 70 facadas a ex-namorada, em Taubaté (SP). O crime aconteceu em julho de 2019 e esta é a segunda vez que o julgamento é marcado. Em setembro deste ano, teve de ser adiado depois de casos de Covid-19 no presídio onde Cleiton está preso, em Tremembé.
O julgamento acontece no fórum criminal da cidade. O autor vai ser julgado por ter invadido a casa da ex-namorada, Alline Guimarães, e a esfaqueado por mais de 70 vezes. Depois do crime, ele ainda tentou impedir que a polícia entrasse no imóvel para socorrer a vítima. O homem está preso desde o crime na penitenciária em Tremembé.
Esta é a segunda vez que o julgamento é marcado. A justiça havia decidido em julho deste ano, quando o crime completou um ano, que Cleiton iria a júri popular. O julgamento seria inicialmente em 17 de setembro, mas foi desmarcado depois que internos da penitenciária onde o homem está tiveram diagnóstico confirmado de Covid-19.
A Justiça, então, pediu a suspensão do júri, que foi adiado para esta quinta-feira. Um grupo de mulheres fez um protesto em frente ao fórum no momento do julgamento, pedindo a punição do acusado.

CRIME
No dia 21 de julho de 2019, Cleiton invadiu a casa da vítima por não aceitar o término do namoro. Ele agrediu a ex com mais de 70 facadas, segundo a polícia.
Ela já tinha medida protetiva contra o ex-companheiro. Dias antes do crime, ela havia enviado um áudio a uma amiga contando que tinha medo do comportamento do ex e que antes de entrar em casa observava o entorno do imóvel para se certificar que ele não estaria lá.

A vendedora foi encontrada pelos policiais desacordada e foi socorrida em estado grave. Ela ficou internada no Hospital Regional, onde ficou três dias em coma e duas semanas internada.

Os ferimentos comprometeram parte dos movimentos do lado esquerdo do corpo. Aline faz atualmente tratamento para a recuperação motora e tem inúmeras cicatrizes pelo corpo, sinais das facadas.

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