Corpo de caminhoneiro morto a marretadas é velado em Pindamonhangaba

Homem saiu de casa no dia 31 de julho para buscar dinheiro da venda de um veículo e havia sido mais visto. Corpo dele foi encontrado enterrado em quintal. Três foram presos.

O corpo do caminhoneiro Edson Luis Caetano, que foi morto a marretadas ao cobrar uma dívida pela venda de um carro, é velado nesta quarta-feira (2) em Pindamonhangaba (SP). O enterro deve ser realizado durante a manhã no Cemitério Municipal.
Edson estava desaparecido desde o fim de julho. Ele havia ido até o bairro Beta para buscar o dinheiro da venda de um carro e desde então não era visto. O corpo dele foi encontrado na terça, enterrado no quintal de uma casa. Três homens foram presos.

CRIME
A informação inicial da polícia era que após receber o valor, o caminhoneiro teria ido embora do local em uma moto, mas a versão foi esclarecida durante a investigação.

O homem que teria pago o valor é um dos presos e o corpo estava enterrado no quintal da casa dele.
“Primeiro ele recebeu uma pancada, caiu ao chão e depois teriam dado marretadas nele e terminado de matá-lo. O corpo estava enterrado, no momento em que nós localizamos, enterrado na residência, na parte dos fundos”, disse o delegado Vinicius Garcia.
“A investigação se guia pela premeditação. Havia uma dívida, a pessoa não queria pagar e em decorrência disso ocorreu esse fato”, complementou o delegado. Um dos suspeitos devia dinheiro ao caminhoneiro pela compra de um carro.
Os três vão ficar presos por pelo menos 30 dias. Na investigação, a polícia identificou com o rastreamento dos celulares que os suspeitos passaram a manter contato frequente após o crime. Dois deles são suspeitos direto pelo crime e um terceiro é suspeito de participar da ocultação do corpo.

DESAPARECIMENTO
De acordo com a família, o caminhoneiro Edson Luis Caetano, saiu por volta das 9h de uma sexta-feira, no carro da esposa, para pegar o dinheiro. Durante a tarde, a pessoa com quem pegou o dinheiro foi até à casa da família entregar a chave do carro, dizendo que Edson havia deixado lá. A família registrou o boletim de ocorrência no dia seguinte.

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